Aristóteles Casas de Oliveira
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Por mim
Por mim
o cálice
de amargura
Jesus
por nós
bebeu
e cheio
de ternura
tudo por nós
ele renasceu
somente
para salvar-me
fez ele tudo assim
e muito
por amar-me
deu a vida
por mim
sem ânsia
e com igualdade
ele
morreu
por mim
em mim
mora
o infinito
fim.
Um comentário:
Mônica
17 de junho de 2011 às 11:00
Muito bacana sua poesia! Mônica
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Muito bacana sua poesia! Mônica
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